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NOVO DECRETO DO EXCELENTÍSSIMO E REVERENDÍSSIMO BISPO DIOCESANO DOM CARLOS JOSÉ DE OLIVEIRA:
Queridos irmãos e irmãs da Diocese de Apucarana, clérigos, consagradas e leigos.

Diante dos desdobramentos da crise em torno da pandemia do novo coronavírus, tendo estado em contato com as competentes autoridades civis, judiciais e sanitárias, bem como com vários de nossos sacerdotes, DETERMINO:
1. Continuemos a invocar a MISERICÓRDIA DO SENHOR. Unidos ao Papa Francisco supliquemos: “Detém, ó Pai, com tua mão, esta pandemia!” Rezemos com insistência o Terço de Nossa Senhora.

2. Usemos SEMPRE do BOM SENSO.

3.
Com grande dor no coração, mas na serena aceitação da Vontade de Deus, que não quis, mas permitiu esta pandemia e que saberá tirar desta terrível situação maior bem para seus amados filhos, a partir do dia 20 de março, também de acordo com as decisões de vários prefeitos de municípios que compõem nossa Igreja Particular, devemos suspender toda celebração pública da Santa Missa em nossa Diocese de Apucarana, até segunda ordem. Para tanto, manda-nos a prudência e a situação da gravíssima PANDEMIA que assola a humanidade, bem como as recomendações das legítimas autoridades.

4.
Neste difícil período, todos os fiéis da Diocese de Apucarana estão desobrigados do cumprimento do preceito dominical (cf. CDC cân. 87). Devem acompanhar a Missa pelos diversos Meios de Comunicação Social.

5.
Peço a todos os padres que ofereçam diariamente o Santo Sacrifício da Missa em favor de toda a humanidade. Se possível, essa celebração seja transmitida pelas várias mídias. Hoje isso é acessível e fácil.

6. As igrejas devem permanecer abertas, limpas e arejadas para que os fiéis que desejarem possam entrar e fazer sua oração pessoal, sem nelas permanecer, no entanto, por muito tempo e evitando a aglomeração de pessoas.

7.
A visita dos ministros extraordinários da Sagrada Comunhão aos idosos e enfermos seja suspensa por ora.

8.
Os doentes e idosos que pedirem os Sacramentos sejam atendidos pelos padres mais jovens, os quais devem tomar todo o cuidado e seguir as orientações das autoridades sanitárias.

9.
Da mesma forma sejam atendidos aqueles que pedirem individualmente a Sagrada Comunhão Eucarística.

10.
Os padres mais idosos se isolem e celebrem diariamente a Santa Missa em favor do mundo.

11.
Não façamos investimentos e contenhamos nossos gastos, pois a crise afetará a todos, inclusive nossas paróquias e deveremos ajudar a muitos.

12.
O economato da Diocese logo divulgará orientações sobre procedimentos emergentes referentes a colaboradores, de acordo com a CNBB.

13.
Sobre o Sacramento da Confissão, os sacerdotes peçam que os penitentes aguardem um tempo mais propício. Contudo, os padres continuem a atender as pessoas que os procurarem para a Confissão. Tal Sacramento seja celebrado respeitando certa distância entre confessor e penitente, evitando-se assim o risco do contágio pelo novo coronavírus. Padres idosos e de saúde fragilizada tomem especiais cuidados, não atendendo as confissões.

14.
Sobre a Semana Santa daremos orientações oportunamente.

15.
Quanto aos casamentos, cada padre deverá conversar com os noivos sobre o modo como poderão ser realizados, considerando o que está dito no Decreto 4230, do senhor governador do Estado do Paraná, que limita em 50 pessoas, o número dos participantes de um evento. Os noivos poderão, inclusive, transferir a data da celebração de seu Matrimônio. O mesmo vale para os batizados.

16.
As exéquias sejam celebradas de forma breve, nos cemitérios, antes do enterro, ao ar livre e mantendo as necessárias distâncias, não faltando assim aos fiéis a consoladora presença da Igreja.

17.
Levemos em conta a recomendação do Papa Francisco: Não é tempo de fechar as igrejas e de medidas drásticas. Nesta hora, o povo precisa receber o conforto e a assistência religiosa e perceber que a Igreja está ao lado de todos.

18.
Não nos deixemos tomar pelo desespero, pelo pânico ou outros sentimentos que não nos ajudam neste momento difícil.

Para tempos de emergência, soluções emergenciais! Sabemos que ainda não temos respostas para todas as perguntas, pois a crise ainda está no seu início. Portanto, além das orientações já dadas para toda a diocese, continuemos atentos para os próximos desenvolvimentos da crise e as eventuais novas decisões. Esperamos que em breve, assim Deus o permita, a pandemia seja superada. Portanto, não parece adequado que se tomem decisões de longo prazo neste momento.

Na certeza de que venceremos esta grave crise, recordemo-nos das palavras de São Carlos Borromeu na grande crise de Milão: “o melhor meio para evitar qualquer perigo é conservar a alma ardorosa e tranquila”.

“Nossa Senhora de Lourdes, vosso povo clama, socorrei e abençoai a Diocese de Apucarana!”

+ Carlos José
Bispo Diocesano de Apucarana

Apucarana, 19 de março de 2020.
Assessoria de Comunicação Episcopal

 
 
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SANTO DO DIA
--Hoje é 27/09/2020 dia de(a):
--São Vicente de Paulo, grande sacerdote

“Amarás ao Senhor teu Deus de todo o teu coração, de toda a tua alma e espírito e amarás ao teu próximo como a ti mesmo” (Mat 22,37.39).

Se não foi o lema da vida deste santo, viveu como se fosse. O santo de hoje, São Vicente de Paulo, nasceu na Aquitânia (França) em 1581. No seu tempo a França era uma potência, porém convivia com as crianças abandonadas, prostitutas, pobreza e ruínas causadas pelas revoluções e guerras.

Grande sacerdote, gerado numa família pobre e religiosa, ele não ficou de braços cruzados mas se deixou mover pelo espírito de amor. Como padre, trabalhou numa paróquia onde conviveu com as misérias materiais e morais; esta experiência lhe abriu para as obras da fé. Numa viagem foi preso e, com grande humildade, viveu na escravidão até converter seu patrão e conseguiu depois de dois anos sua liberdade.

A partir disso, São Vicente de Paulo iniciou a reforma do clero, obras assistenciais, luta contra o jansenismo que esfriava a fé do povo e estragava com seu rigorismo irracional. Fundou também a “Congregação da Missão” (lazaristas) e unido a Santa Luísa de Marillac, edificou as “Filhas da Caridade” (irmãs vicentinas).

Sabia muito bem tirar dos ricos para dar aos pobres, sem usar as forças dos braços, mas a força do coração. Morreu quase octogenário, a 27 de setembro de 1660.

São Vicente de Paulo, rogai por nós!




 

 
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